O cidadão começou a acariciar e beijar o animal. Um guarda pediu, muito polidamente, para o sujeito se afastar, mas o beijoqueiro nem deu bola.
O clima esquentou e a polícia alega que o australiano ficou agressivo. Resultado: dá-lhe spray de pimenta nos olhos do cara para ficar mais calminho.
O detetive Wayne Murray conta que a população não pode brincar com um cão policial quando ele está em serviço.
- O cachorro é considerado parte do contingente policial. As medidas de segurança que tomamos com eles são as mesmas tomadas com nossos guardas.
O beijoqueiro foi preso e vai responder processo atrás das grades.
Segundo o xerife de Merced County, um homem de 53 anos de idade, cujo nome não foi revelado, deixou sua carabina no chão e foi ver se achava os patos em que atirou, uns cinco metros adiante.
Foi então que seu cachorro, um labrador retriever – que é quem deveria estar fazendo esse serviço de ir buscar os patos mortos – pisou no gatilho de sua arma, que disparou, atingindo o infeliz do caçador na parte superior esquerda de suas costas.
Segundo um segundo homem, um amigo que acompanhava o caçador baleado e viu tudo acontecer, se o tiro tivesse sido um pouco mais parta baixo, nem daria tempo de chegar ao hospital.
A polícia diz que o baleado foi atingido no hospital de Los Banos, foi tratado e recebeu permissão para voltar para casa onde seu cachorro o recebeu com o rabo entre as pernas.
O terrorista tinha tomado uma refém e ameaçava botar a moça e o lugar pelos ares. Ela era a filha do proprietário. E, além de gritar que iria explodir o local, o bandido estava armado com uma faca.
Se o dono soubesse que o terrorista tinha na cintura alguns ingredientes que poderiam compor um belo prato no seu restaurante, teria se poupado do mico. Mas como ia saber que um sem noção entraria no restaurante com uma bomba falsa, feita de salsichas?
Melhor não contrariar um maluquete em fúria. O sujeito, chamado pela polícia local apenas de “He”, mobilizou até o esquadrão antibombas.
O drama durou uma hora. Até se descobrir que embutido de porco não é tomada, He pôs clientes no chão, pediu dinheiro, cutucou o pescoço da mocinha com a faca até sangrar, deixou todo o mundo tremendo de medo. Parecia bem transtornado. A polícia isolou a área.
Até que um cliente mais corajoso aproveitou um deslize do terrorista de araque e o atacou, tirando a faca da mão dele e soltando a moça. Quando He foi rendido, entraram os policiais.
Ao algemá-lo, surgiu a descoberta: a dinamite que estava na cintura dele era um apanhado de salsichas grossas, embaladas com fitas adesivas e coladas a pilhas.
- Algumas das salsichas ainda estavam com plástico, prontas para serem vendidas em supermercados, informou um policial do esquadrão antibomba. Mas de longe, com a pouca luz no restaurante e com a cena que He armou, deu para confundir mesmo.
Na delegacia, He explicou por que planejou o falso atentado:
- Estava deprimido com a minha namorada, que terminou o relacionamento. Precisava fazer algo intenso e excitante, nem que fosse fazer um restaurante inteiro de refém.
O dono do estabelecimento disse à polícia, com muito ressentimento, que tem uma ideia não muito educada sobre o que fazer com a bomba de salsicha e o seu idealizador.
He está preso, a propósito.
Gomes tem, nos fundos de sua residência, uma mangueira com potencial de gerar outras frutas imensas. Segundo especialistas consultados pelo aposentado, a árvore é uma anomalia genética. As folhas são enormes também.
Extravagante ou não, a mangona deixou o pessoal que soube da novidade com água na boca. De acordo com Gomes, as frutas que nascem ali são bem suculentas. Mas o aposentado, que pelo visto terá de reforçar a segurança do quintal, não vai consumir a fruta de dimensões assustadoras. Quer guardá-la com um prêmio. Poderá até abrir uma exposição de mangas gigantes. Não faltarão visitantes.
O agricultor Singh, morador do vilarejo de Chatav, nos arredores de Varanasi, no norte da Índia, foi a uma vidente, que avisou:
- O senhor será feliz e rico se não tomar banho.
Como Singh é um sujeito bem místico, ele entendeu o sinal como uma bênção. Aposentou o chuveiro e, mesmo com um cecê infernal, conseguiu casar e, ao lado da mulher, conta que está no céu. Não está milionário, mas possui sete filhas, limpinhas e cheirosinhas.
Como ele faz para tirar o cascão? Não tira. Mas Singh tem um método tão insólito quanto a sua promessa para se livrar das impurezas. O homem toma banho de fogo. Fica ao lado de uma fogueira, enquanto reza e degusta um cigarro de maconha.
Dessa maneira, garante, expulsa, além da sujeira e dos vermes, os espíritos malignos.
O que a vidente a quem Singh fez promessa não revelou foi um detalhe. Assegurou que, se não tomasse banho, teria um filho homem. Como nasceram sete bebês do sexo feminino, o indiano ficou meio desconfiado da guru.
De qualquer maneira, ele acha que terá um menino com sua mulher.
- Estou sem banho por causa disso. Não vou desistir, garante.
Como a vidente deu a ele muita esperança, Singh reforçou a macumba com outra medida: não escovar os dentes. Sim, nada de creme dental.
A vizinhança, que sempre tampa o nariz quando ele passa, só falta contratar uma outra vidente para reverter a ordem sobrenatural e incluir três banhos diários.
- Minha mulher me agüenta, minhas filhas, idem. Cada um faz o que quiser com o que acredita.
Não tem santo ou deus hindu que dê jeito no cascão mais famoso da Índia. Vai cair um temporal quando ele mudar de ideia.
Moradora de Boston, nos EUA, a mãe – que não teve informado o nome, assim como o filho – desistiu de chamar o adolescente de 14 anos para conversar. Ele não obedecia e ainda gritava, furioso, com ela. Desesperada, a mulher decidiu ligar para o 911, o número da polícia nos EUA, no sábado (19). Dois oficiais chegaram rápido e encontraram a mãe chorando e o filho vidrado na tela. Ele ainda reclamou do barulho dos tiras.
Joe Zanolli, porta-voz da polícia de Boston, contou que o adolescente estava meio agitado. Segundo a mãe, entre uma partida e outra, ele andava em volta da casa e acendia todas as luzes, parecendo planejar estratégias para o jogo.
- Os oficiais só conversaram com o garoto para que ele ouvisse a mãe e parasse de brincar um pouco. Esse tipo de chamada, embora inusitada, já aconteceu outras vezes. As crianças estão cada vez mais obcecadas pelos games, disse Zanoli.
O garoto não foi preso, nem a mãe foi internada no hospício. Os dois, aparentemente, estão em trégua.
Al Niyadi foi até o topo do edifício e pulou de cabeça, com o risco altíssimo de se estatelar no chão. É que 800 m são uma distância curta para o atleta conseguir abrir o paraquedas a tempo - e não há equipamento reserva nesse tipo de salto. Sem contar o perigo de bater no meio do prédio por causa do vento.
Mas o maluco, que já tinha saltado do Petrona Towers, em Kuala Lumpur, na Malásia - com 88 andares e e cerca de 460 m -, estava confiante.
Caiu do alto do Burj Dubai a 253 km/h. Ficou mais de 10 s em queda livre e chegou ao solo em cerca de 1min50s.
- Esse foi um dos meus saltos mais doidos. E olha que já fiz mais de 2,7 mil, disse o homem, que é pai de cinco filhos.
Dois anos depois, ele está pronto para começar uma viagem de volta ao mundo, montado em sua bicicleta. Fabes pretende percorrer 50 mil km pedalando a magrela. Toda a jornada deve demorar cinco anos para ser concluída.
O médico juntou toda a tralha necessária para uma aventura solitária como essa e partiu.
Ele espera arrecadar cerca de 50 mil libras (R$ 138 mil) com a viagem. O dinheiro será doado a centros de saúdes e agências que auxiliam doentes.
- Esta é uma oportunidade para a vida. Eu estou ao mesmo tempo petrificado e empolgado com a minha aventura.
Uma nova religião com milhões de fieis em todo o mundo pode estar surgindo no Reino Unido. Uma campanha liderada pela revista Metal Hammer quer transformar o heavy metal em uma fé.
Para isso, os metaleiros britânicos teriam de dizer que o heavy metal é a religião deles, no próximo censo a ser realizado no Reino Unido.
No último censo, mais de 390 mil pessoas disseram que seguem a religião Jedi, que na verdade é apenas a fictícia ordem de guardiões do filme Guerra nas Estrelas.
O número de jedis no país superou várias religiões tradicionais, como os sikhs. No entanto, para o governo britânico, tanto os jedis quanto qualquer outro que assinale uma religião inexistente no censo é considerado agnóstico.
O heavy metal já teria até mesmo seu papa. O vocalista da banda Saxon, Biff Byford, seria uma espécie de embaixador metaleiro da fé, caso a campanha funcione.
O editor da revista Metal Hammer Alexander Milas explica como surgiu a ideia.
- Como todas as grandes sacadas, esta surgiu em um bar. A resposta na internet que tivemos até agora foi fenomenal.
Milas conta que o heavy metal ainda é muito forte no Reino Unido e em várias outras partes do mundo.
- Quem quiser seguir a religião precisa ouvir muito metal e respeitar nosso mandamento: ouça música mais alto do que tudo.
Você tem uma moeda de R$ 0,10 aí no seu bolso? Pois com ela você pode comprar um castelo na Hungria e ainda receber R$ 0,02 de troco.
A prefeita da cidade de Gyula, Klara Perjesi, colocou o prédio à venda por um preço quase simbólico.
O castelo pertenceu ao conde Laszlo Almasy, que inspirou o filme O Paciente Inglês.
Claro que a pechincha tem uma porém. Apesar do baixíssimo preço, o comprador do castelo terá de se comprometer a gastar uma bela grana na reforma do castelo.
A prefeita Perjesi quer que um investidor coloque dinheiro no prédio, para que ele volte a ser uma atração turística na região.
O castelo foi construído em 1725 e reconstruído em 1810, depois de ser destruído em um incêndio. Há cerca de 10 anos, o prédio está vazio e não recebe mais visitações turísticas.
Feito de nozes, creme e frutas, ainda não foi testado. A artista aguarda convites para elaborar, com a ajuda de uma cozinheira, outros modelos comestíveis.
Segundo Lukka, o vestido pode ser degustado por até 100 pessoas. Como a noiva fica depois de todo o mundo consumir a sua roupa? Toda melada e com um biquíni branco – servem também uma calça branca grudada combinando com uma camisetinha. O noivo só vai precisar de alguma paciência com sua amada e os convidados.
Animal, que vive a 900 m de profundidade no Pacífico, está sem rango
A cara não ajuda muito, nem o aspecto gelatinoso. O peixe bolha (Psychrolutes marcidus) vive a 900 m de profundidade na costa leste australiana. Ninguém o vê direito, coitado. Mede até 12 cm. O bicho nem caça - fica flutuando, à espera de alimentos. Vida boa. Mas o peixe mais feio do mundo corre perigo, denunciam ambientalistas australianos.
A pesca desenfreada de caranguejos e lagostas provoca um desequilíbrio geral na cadeia alimentar que pode fazer com que o peixe bolha suma do mapa. Falta comida pra ele. Ele consome plantinhas e peixes bem menores que ele.
Está rolando na Austrália até abaixo-assinado para que o animal gelatinoso, com essa aparência de humano órfão, permaneça vivo. É o mico leão do Pacífico.
Se você tem medo de altura ou não, sinta calafrios com o austríaco Heinz Zak. O equilibrista consegue cruzar montanhas nos Alpes, no sul da Alemanha, a 1.746 m, sem usar equipamento de segurança.
São 70 m de percurso, divididos em três seções. Ele luta contra o vento ao atravessar sua "ponte", um fio de plástico com 1 m de espessura esticado entre pontos altos do monte Zugspitze (que tem no total 2 962 m).
- Ninguém tinha tentado isso antes, orgulha-se o equilibrista, que falou ao jornal Daily Mail. Sem segurança alguma, o que é ainda mais desafiador.
Nos últimos oito anos, Heinz viajou o mundo para praticar seu esporte.
- É um jeito de encontrar paz, diz o malucão.
Paz?
- Precisa ter equilíbrio mental, dosar a adrenalina. Qualquer mudança abrupta pode quebrar a corda. Passar por cima dela, nessas condições, é quase como fazer uma meditação. É preciso pensar muito em dar cada passo nessa aventura.
Dá para imaginar.
Turistas e visitantes de Oxford, no sudeste da Inglaterra, que passam na frente da casa de Bill Heine não entendem direito que treco é aquele no telhado. Com a cabeça enfiada na construção, um tubarão de 8 m “decora” o teto da residência. Ele está lá desde dezembro de 1986.
O peixe feioso, virado de cabeça pra baixo, representa um protesto contra usinas e bombas – é o que explica Heine. Ninguém compreende como um tubarão mergulhado no telhado pode ser uma manifestação política. Mas Heine avisa: só vai retirar dali o símbolo de sua luta quando os governo dos países que produzem energia nuclear, para fins pacíficos ou não, destruírem as indústrias que utilizam reação atômica.
Heine montou o tubarão com a ajuda do escultor John Buckley. Ele decidiu fazer a obra quatro meses depois do acidente de Chernobyl, hoje uma cidade no norte da Ucrânia, na Europa Central. Em abril de 1986, um reator da usina, controlada na época pela União Soviética, explodiu durante um teste. O acidente liberou uma nuvem de radiação pelo continente. Estima-se que pode ter matado mais de 60 mil pessoas de câncer.
Heine diz que teve mais uma motivação para o tubarão: a explosão das bombas atômicas no Japão, em Hiroshima e Nagasaki, em 1945.
Mas as nobres intenções de Heine têm opositores em Oxford. Muitos argumentam que a legislação municipal proíbe que sejam instaladas antenas com mais de 5 m sobre as casas. E que a lei não abrange obras de arte – as pavorosas, inclusive. O que seria injusto.
Heine, que instalou uma anteninha ao lado do tubarão, não dá a mínima para os malas. Aos reclamantes, ele mostra um documento assinado pelo Conselho Municipal. Técnicos inspecionaram o tubarão e concluíram que ele é seguro. Não atrapalha a cidade, embora seja feio de doer.
Heine, o persistente, avisa: só vai tirar o tubarão do teto de casa quando o mundo banir a atividade nuclear. Haja energia!
Segundo reportagem do "NY Daily News", Julia Laack, de 36 anos, foi presa em outubro depois de ter sido vista roubando produtos de uma loja de conveniência.
Abordada por policiais, a mulher fez um strip-tease, alegando que não poderia ser presa nua. Além dos oficiais, três crianças presenciaram a cena. Julgada, a mulher foi condenada a seis meses de detenção.
Em audiência na terça-feira (19), a Justiça também aplicou uma multa de US$ 100 em Strickland, que foi considerado culpado de má conduta. Além disso, durante o
período de condicional, ele está proibido de ir ao restaurante.
O homem disse que jogou o lanche no gerente, porque alguém havia cuspido no alimento depois que ele passou no drive-thru duas vezes para reclamar do pedido. Ele afirmou ainda que o gerente o acusou de mentir para obter comida gratuitamente.
Sheath está dormindo e vivendo em um pequeno estúdio no sul de Londres. Seu trabalho está sendo transmitido ao vivo pela internet e conta com o patrocínio da montadora italiana.
O artista estima que irá usar, até o fim da tarefa, cerca de 200 potes de esmalte de unha para transformar o carro, originalmente branco, em um modelo rosa.
A ideia de Sheath é entrar para o Guinness Book, o livro dos recordes. Como força motriz para encarar a pintura, o britânico diz que conta com a energia acumulada com o fim de seu namoro.
- Rompi com a minha namorada e pensei que esta seria uma boa maneira de desviar meu pensamento.
Um representante do Guinness Book no Reino Unido já afirmou que há grandes chances de Sheath fazer parte da próxima edição do livro.

















